domingo, 19 de junho de 2016

Conselhos do pré-cadáver Fernando Jorge para o pré-cadáver Michel Temer

Eu, o sensato pré-cadáver Fernando Jorge, vou aqui dar quatorze conselhos ao esperto pré-cadáver Michel Temer, presidente da República. Sim, somos dois pré-cadáveres, pois estamos em faixas quase idênticas de idade provecta. A senhora Morte já nos espia com uma atenção especial. De repente, vupt!, ela agarrará nossas carcaças, jogando-nos num túmulo ou num forno crematório. Portanto, é lógico, peço a Michel Temer, colega pré-cadáver, o obséquio de acatar agora os meus conselhos, antes de adquirir o aspecto de defunto melancólico ou bem-humorado.
Primeiro conselho. Mantenha a calma, presidente, por ter sido citado quatro vezes nas apurações da operação Lava Jato. E continue firme, sereno, apesar do seu nome aparecer vinte e uma vezes, entre os anos de 1996 e 1998, nas planilhas apreendidas pela Polícia Federal na residência de um executivo da empresa Camargo Corrêa. O nome do meu colega pré-cadáver sempre se destaca nessas planilhas, junto de quantias que somam mais de 340 mil dólares.
Segundo conselho. Mostre ainda controle dos nervos, colega pré-cadáver, pois Romero Jucá, do PMDB, ministro do Planejamento, braço direito do senhor, um dos seus principais articuladores, responde a inquérito nas operações Lava Jato e Zelotes.
Terceiro conselho: Sorria, colega pré-cadáver, diante das acusações a Henrique Eduardo Alves, também do PMDB e ministro do Turismo. Esse afável colaborador de vossa excelência, sofre inquérito na operação Lava Jato, autorizado pelo Supremo Tribunal Federal, a fim de se apurar propina entregue à campanha dele, Eduardo Alves, ao governo do Estado do Rio Grande do Norte.
Quarto conselho. Despreze, colega pré-cadáver, as acusações a Geddel Vieira Lima, também do PMDB, ministro-chefe da Secretaria do seu governo. Olhe a cara séria, enérgica, fechada, desse homem que de acordo com relatório da Polícia Federal, permitia a empreiteira OAS usar de modo espúrio a sua influência de deputado em numerosas instituições públicas.
Quinto conselho. Abrace demoradamente, colega pré-cadáver, o Osmar Terra, seu ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, também do mesmo PMDB, o partido político mais limpo do Brasil. Quanta insolência, o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul se atreveu a apontar irregularidades em gestões de Osmar, tanto na Secretaria da Saúde como na prefeitura da cidade de Santa Rosa, e o condenou ao pagamento de elevada multa!
Sexto conselho. Hipoteque solidariedade, colega pré-cadáver, ao ministro Blairo Maggi, da Agricultura. Blairo, do PP, é vítima de duas ações civis públicas, por improbidade administrativa, ambas movidas pelo Ministério Público de Mato Grosso.
Sétimo conselho. Aperte a mão honesta, colega pré-cadáver, do seu ministro Mendonça Filho, da Educação e Cultura, do DEM. Ele se tornou alvo da sétima fase da operação Lava Jato, sob a acusação de ter recebido 250 mil reais de propina, das empreiteiras Odebrecht e Queiroz Galvão.
Oitavo conselho. Beije na boca, colega pré-cadáver, e o acaricie muito, fazendo cócegas nas suas peludas axilas, o ministro Gilberto Kassab, da Ciência, Tecnologia e Comunicações, membro do PSD. Kassab é réu numa ação de improbidade administrativa. Ousa sustentar, o Tribunal de Justiça de São Paulo: esse ex-prefeito da capital paulista não impediu, numa feira, a cobrança de propinas.
Nono conselho. Pronuncie um discurso, colega pré-cadáver, em defesa do José Serra, do PSDB, seu ministro das Relações Exteriores. Citado na lista dos beneficiados pela Odebrecht, ele violou a Lei Orgânica Municipal quando foi prefeito da cidade de São Paulo, porque não concedeu, de maneira correta, o aumento salarial dos servidores públicos municipais. Exibiu na sua gestão, em suma, escandalosa improbidade administrativa.
Décimo conselho. Ofereça uma caixa de vitaminas, colega pré-cadáver, como prova de admiração e amizade, ao Ricardo Barros, do PP, seu ministro da Saúde. O nome de Ricardo está na lista da Odebrecht. A Polícia Federal o investiga apenas por três coisinhas: corrupção passiva, peculato e fraude na licitação para contratos em serviços publicitários destinados à Prefeitura de Maringá. Tudo em benefício da empresa Meta Propaganda.
Décimo primeiro conselho. Envie, colega pré-cadáver, um CD com músicas do sanfoneiro Luiz Gonzaga, o “Rei do Baião”, ao Sarney Filho, do PV, seu ministro do Meio Ambiente. Sarneysinho, ou melhor, Sarneysão, teve de pagar multa altíssima, sob acusação de propaganda política desonesta, uma pena determinada pelo Ministério Público Federal.
Décimo segundo conselho. Entregue como presente um automóvel bem caro, de último tipo, colega pré-cadáver, ao Maurício Quintella, do PR, seu ministro dos Transportes. Criatura doce, de olhar meigo, Maurício, coitadinho, foi condenado por improbidade administrativa, dano ao erário e enriquecimento ilícito. Atualmente é alvo de inquérito que apura peculato.
Décimo terceiro conselho. Proteste de forma violenta, colega pré-cadáver, contra as acusações a Helder Barbalho, do super-ético PMDB, seu ministro da Integração Nacional. A nossa Justiça injusta o acusa de improbidade administrativa no período em que era prefeito de Ananindeua, cidade do Estado do Pará. Segundo essa Justiça, Helder desviou recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).
Décimo quarto conselho. Não esconda a sua profunda admiração, colega pré-cadáver, pelo Moreira Franco, do impoluto PMDB, seu Secretário Especial de Investimento. No dia 27 de abril de 1998, o Supremo Tribunal Federal condenou Moreira, ex-governador do Rio de Janeiro, por haver cometido ato lesivo ao patrimônio público. Usou o dinheiro do povo com o objetivo de mandar imprimir o livro Moreira Franco, ele governou para todos, volume com 274 páginas, 180 fotos coloridas e tiragem de 50 mil exemplares. A Justiça o obrigou a devolver quantia equivalente a 150 mil dólares, por descumprimento do Artigo 37 da Constituição Estadual, que veda a autopromoção do administrador na publicidade de atos e obras públicas.
         Concluindo, eu, o escritor Fernando Jorge, modesto pré-cadáver, cumprimento entusiasticamente o pré-cadáver Michel Temer pela feliz, inteligentíssima escolha dos seus ministros. Parabéns, presidente, mil parabéns! Que espírito justo, sensato, criterioso, o de vossa excelência! E veja, estou emocionado, uma lágrima quente, cândida, luminosa, desliza pelo meu pálido rosto de pré-cadáver patriota...


Este artigo de Fernando Jorge teve tanta repercussão, que foi traduzido para o inglês e está sendo divulgado no mundo inteiro.

Advice from the pre-corpse Fernando Jorge to pre-corpse Michel Temer

This article was published in a network of 40 newspapers from São Paulo and 60 others from other states
  
        I, reasonable Fernando Jorge, will present here fourteen pieces of advice to smart pre-corpse Michel Temer, President. Yes, we are both pre-corpses, for we are both in almost identical range of advanced age. Lady Death spies on us with special attention. Suddenly, bam!, she will grab our carcase, throwing us into a grave or a crematory. Therefore, of course, I ask Michel Temer, pre-corpse colleague, the favor to accept now my advice, before acquiring the aspect of a melancholic or humorous corpse.
        First advice. Remain calm, Mr. President, for having been mentioned four times in the “Lava Jato (Car Wash) Operation” investigation. Keep on firm, serene, in spite of the fact that your name appeared twenty-one times, between the years of 1996 and 1998, on the charts confiscated by the Federal Police in one of Camargo Correa (construction company) executive’s house. My pre-corpse colleague’s name always stands out in such charts, along with an amount of money that adds up over 340,000USD.
        Second advice. Show nerve control, pre-corpse colleague, for Romero Jucá from PMDB (Brazilian Democratic Movement Party), Planning Minister, your right arm, one of your main articulators, responds to a criminal investigation in both “Lava Jato” and “Zelotes”.
        Third advice. Smile, pre-corpse colleague, before the accusations against Henrique Eduardo Alves, also from PMDB and Minister of Turism. This affable collaborator of Your Highness, is under inquiry at “Lava Jato Operation”, authorized by the Supreme Court, in order to investigate the bribe given to his campaign, Eduardo Alves’, to the state government in Rio Grande do Norte state.
       Fourth advice. Ignore, pre-corpse colleague, the accusations to Geddel Vieira Lima, also from PMDB, Chief-Minister of your government’s bureau. Look at this man’s energetic, grim face. He, according to Federal Police’s report, allowed the construction company OAS to use, in spurious way, his influence as a congressman in several public institutions.
        Fifth advice. Give a lengthy hug, pre-corpse colleague, to Osmar Terra, Minister of Social and Agricultural Development, from the same PMDB, the cleanest political party in Brazil. What an insolence, the Court of Auditors of Rio Grande do Sul state dared point irregularities in Osmar’s office, both in Secretary of Health and in the City Hall of Santa Rosa, and sentenced him to pay a high fine!
        Sixth advice. Mortgage sympathy, pre-corpse colleague, to Minister Blairo Maggi, of Agriculture. Blairo, of PP (Progressive Party), is a victim of two public civic accusations, for administrative improbity, both made by the Public Ministry of Mato Grosso do Sul state.
        Seventh advice. Shake the honest hand, pre-corpse colleague, of your Minister Mendonça Filho, of Education and Culture, from DEM (Democrats). He was the target of the seventh phase of “Lava Jato Operation”, under the accusation of having received 250,000BRL in bribes from the construction companies Odebrecht and Queiroz Galvão.
        Eigth advice. Kiss the lips, pre-corpse colleague, and cuddle lengthily, tickling the hairy armpits of Minister Gilberto Kassab, of Science, Technology, and Communications, member of PSD (Social Democrat Party). Kassab is a defendant in an action of administrative improbity. The São Paulo state Court of Law dares assert: this former mayor of the capital city of São Paulo did not stop, in a market, the charge of bribes.
        Ninth advice. Pronounce a speech, pre-corpse colleague, in defense of José Serra, from PSDB (Brazilian Democrat Social Party), your Minister of Foreign Affairs, mentioned on the list of Odebrecht’s beneficiaries, violated the Municipal Organic Law when he was elected mayor in São Paulo city. He did not properly grant the pay raise to municipal public workers. During his mandate, he showed scandalous administrative improbity.
        Tenth advice. Offer a cup of vitamins, pre-corpse colleague, as a gesture of admiration and friendship, to Ricardo Barros, of PP (Progressive Party), your Minister of Health. Ricardo’s name is on the Odebrecht’s list. Federal Police investigate him on three little things, only: passive corruption, embezzlement, and fraud on bidding to advertising services destined to Maringá City Hall. All favoring the company “Meta Propaganda”.
        Eleventh advice. Send, pre-corpse colleague, a music CD containing songs by the accordion player Luiz Gonzaga, “King of Baião (kind of Brazilian folk music)”, to Sarney Filho, from PV (Green Party), you Minister of Environment. Little Sarney, or better, Big Sarney, had to pay a really high fine under accusation of dishonest political advertisement, a penalty determined by the Federal Public Ministry.
        Twelfth advice. Give as a gift, a very expensive brand new latest design car, pre-corpse colleague, to Maurício Quintella, from PR (Party of Republic), your Minister of Transportation. Sweet creature, with his gentle eyes, Maurício, poor thing, was convicted for administrative improbity, damage to the public treasury, and unlawful enrichment. He is currently a target in the inquiry investigating embezzlement.
        Thirteenth advice. Protest violently, pre-corpse colleague, against Helder Barabalho’s accusations, also from super-ethical PMDB, your Minister of National Integration. Our unfair Justice accuses him of administrative improbity during his office as a mayor in the town of Ananindeua, Pará state. According to that Justice, Helder diverted resources from SUS (Unified Health System).
        Fourteenth advice. Do not hide your profound admiration, pre-corpse colleague, for Moreira Franco, from the unpolluted PMDB, your Special Investment Secretary. On 27 April-1998, the Federal Supreme Court convicted the former Rio de Janeiro state governor for harmful act against public patrimony. He used citizens’ money to print the book “Moreira Franco, ele governou para todos” (Moreira Franco, he governed for all), a volume containing 274 pages, 180 color photographs and an edition of 50 thousand units. Justice obliged him to return an amount equivalent to 150 thousand US dollars, for noncompliance to the Article 37 of the State Constitution, which forbids self-promotion of the administrator in publicity of actions and public works.
        Finally, I, writer Fernando Jorge, modest pre-corpse, enthusiastically greet pre-corpse Michel Temer for the fortunate, really clever choice of his ministers. Congratulations, president, thousands of congratulations to you! What a fair, sensate, insightful, spirit of your highness’!  And note, I am moved, a warm, candid, and luminous tear drop slides down my pale patriotic pre-corpse’s face…



        Fernando Jorge
        Writer and journalist, member of the Ethic Council of Journalists’ Labor Union of São Paulo State since 2004, Fernando Jorge is the author of the books O Aleijadinho -seven editions; Lutero e a Igreja do Pecado (Luther and the church of sin)-eight editions; Vida e Poesia de Olavo Bilac (Olavo Bilac – Life and Poetry)-seven editions; Vida, obra e época de Paulo Setúbal (Paulo Setúbal-Life, Works, and Time)-four editions;  As lutas, a glória e o martírio de Santos Dumont (Santos Dumont – Fight, glory, and martyrdom)-seven editions; Cale a boca, jornalista! (Shut up, journalist!) -six editions; Drummond e o elefante Geraldão (Drummond and Elephant Geraldão)-four editions; Água da Fonte (Water from the spring)-eight editions; Pena de morte – sim ou não? (Death Penalty, yes or no?)-eight editions; As sandálias de Cristo (Christ’s sandals)-ten editions; Vida e obra do plagiário Paulo Francis (Life and Works of plagiarist Paulo Francis)-four editions; Se não fosse o Brasil, Jamais Barack Obama teria nascido (Without Brazil, Barack Obama would never have been born)-six editions.
        Fernando Jorge has a degree in Library Science by São Paulo University (USP); he was the head of Technical Division of São Paulo State Legislative Assembly Library. He was granted Clio Award, by São Paulo City History Academy; Jabuti Award (best biographer) by Brazilian Chamber of Books; the diploma and celebratory medallion of the centennial of Santos Dumont birthday, granted by High Degree Committee of the Air Force Ministry Executive Secretary (for being the greatest Santos Dumont’s biographer).


terça-feira, 14 de junho de 2016

FERNANDO JORGE: VIDA E OBRA DO PLAGIÁRIO PAULO FRANCIS O MERGULHO DA IGNORANCIA NO POÇO DA ESTUPIDEZ

O signatário Marco Antonio Azkoul se sente agraciado por ter sido escolhido pelo amigo, formado em Direito nas arcadas da Faculdade do Largo São Francisco, bibliotecário, escritor e jornalista Fernando Jorge, a fazer um breve comentário desta valiosa obra, best-seller, consagrada mundialmente, e já na 3ª edição, atualizada e aumentada. São Paulo, Geração Editorial, 2016.   

·       Esta obra ratifica um velho provérbio árabe: - A espada não faz o que a palavra faz! 

·      Todos os que pensavam e pensam ao contrário, tiveram e terão de rever as suas posições, diante das provas trazidas a colação nesta biografia surpreendente.      

·      Os jornalistas tem um compromisso com a verdade! Nesse sentido, Numa-Denys Fustel de Coulanges (1830-1889) em sua célebre tese intitulada La Cité Antique - Étude sur Le Culte, Le Droit, Les Institutions de la Grèce et de Rome concluiu:
           
              Sem documentos não há História.    


O compromisso com a verdade é levado a sério por Fernando Jorge ao descortinar à luz da verdade o que esta por trás das aparências dos interesses espúrios, arrivismos e inescrupulosos de uma mente insana.     

·       O autor trata Paulo Francis como um homem, dentre outros vícios, sádico, vaidoso e soberbo, com vários desvios de conduta, tais como, sexual, alcoolismo, etc.. Um homem cheio de preconceitos e aversão, marcado na infância e, consequentemente, um adulto marcado à vida toda.

·      Sofrido e ferido emocionalmente com o sucesso alheio, frustrado, complexado, a espargir no seio da sociedade e nas relações pessoais toda sorte de racismo, ódio, inveja, dissimulação, mentiras, plágios, contrafação, injurias, difamações e calúnias às vítimas assassinadas intelectual, cultural e moralmente.

·       Se você não falar não ao seu inimigo, ele te venceu! Paulo Francis é tratado como um homem que se penitenciava e odiava a si mesmo, pois o seu sofrimento intenso estava registrado indelevelmente nos recônditos do recesso de sua mente subliminar, conflitos trazidos consigo, registrados no seu córtex cerebral e, contingencialmente, não tinha forças ou consciência para quiçá reagir de forma positiva aos vícios, emoções e paixões desmedidas que o levaram à morte prematura. Fenômenos adquiridos e transmitidos a Paulo Francis, desde a sua tenra infância, quer dos horrores dos pós-guerras, quer de uma Europa e de uma Alemanha arrasada. Europa esta melancólica e ressentida em sua mente inconsciente coletiva. Guerras são guerras e não há vencedores e nem vencidos, pois os que não morrem nela acabam morrendo doentes física e psicologicamente.

·       Aos que se arriscam descer um profundo abismo, outro velho provérbio árabe é categórico: - A mentira é uma corda curta!    Immanuel Kant na sua Crítica da Razão Prática, afirmou ser a lei moral santa ou inviolável; humildade é o conhecimento de si e a felicidade a certeza subjetiva de ser honesta a pessoa consigo. Ora, a Bíblia é clara (João 8:44): O Pai da mentira é o Demônio! Ela é maior subversora da razão, segundo Nitzsche nos seus escritos sobre História.   Ficou provado, neste opúsculo, que Paulo Francis pensava estar acima do bem e do mal e não obstante as suas imprecações cheias de torpor contra pessoas intelectuais, talentosas, e instituições públicas e privadas. Era um racista empedernido e não poupava ninguém: judeus, árabes, russos, índios, baianos, portugueses, mestiços e negros... Não hesitava para tanto em se utilizar da mais vil violência psicológica, vis compulsivas e ameaças para alcançar suas lucubrações e obstinados arrivismos.  

·       A vida e obra do plagiário Paulo Francis, confidenciada ao signatário pelo autor, foi motivada também por pura vingança do jornalista e escritor Fernando Jorge contra o biografado, tendo origem em um comentário feito pelo seu nobre e inesquecível pai, o grande gênio e poeta injustiçado, autor dos mais lindos versos cristãos, “Porta do Céu”, Salomão Jorge sobre o artigo de Paulo Francis publicado na Folha de São Paulo, ridicularizando e chamando os árabes de débeis mentais e de que o alcorão e a virgindade das mulheres muçulmanas eram duvidosos. Naquela época, Salomão Jorge se pronunciou mais ou menos assim:- Filho o Paulo Francis ofendeu pesadamente os árabes, o Islamismo e suas mulheres! A alma sensível de Fernando Jorge ao ver o seu amado pai consternado com lagrimas nos olhos, reagiu impetuosamente dizendo: - Pai! Irei vingar a nossa raça e origens árabes! E assim o fez.    

·      Fernando Jorge, em toda obra, quis provar com riquezas de detalhes, o mau caráter e a personalidade torpe de Paulo Francis, que além de mentiroso e plagiário, falou mal da Itália, atacou não poucas vezes, o Poder Judiciário do Brasil, incluindo os seus juristas, Portugal, Brasília, japoneses, judeus, muçulmanos, russos, mestiços, índios, mulatos, negros, religiões, nordestinos, pessoas físicas, jurídicas... E assim Fernando Jorge não só cumpriu a sua promessa, mas fez acelerar a grande expiação de Paulo Francis até a sua morte súbita.      

·      Fernando Jorge, agindo com flama e o sangue ardente de um verdadeiro beduíno do deserto, munido de sua desembainhada e afiada espada vingadora de justiça (a caneta e a consciência), não mediu esforços ao empreender as mais árduas pesquisas, investigações jornalísticas contra o seu desafeto e detrator alheio; obteve as provas irrefutáveis e incontestáveis contra a quem considerava o maior dos farsantes, plagiário, covarde, sub-reptício e apedeuta, Paulo Francis.      

·      E em seguida, com incansável fôlego, escreveu esta obra onde Fernando Jorge fez um verdadeiro libelo crime acusatório contra o temido Paulo Francis até o juízo final, daquele considerado pelo autor como um dos maiores criminosos racistas, contra a honra, decoro, dignidade e a propriedade intelectual alheia; violando não só os direitos autorais, mas com todos esses meios fraudulentos, enriquecendo-se ilicitamente, não obstante a sua tremenda ignorância e estupidez em todos os aspectos da vida. E não obstante os seus infindáveis erros grassos de português, Fernando Jorge não o poupou em estigmatizá-lo também como um dos maiores inimigos de toda a humanidade e das nossas instituições.  

·      Paulo Francis era um crápula. Um criminoso pilantra e contumaz; uma espécie de fascista ou nazista travestido de intelectual, segundo o próprio Fernando Jorge entre outros reprováveis adjetivos mostrados em sua obra. Fernando Jorge foi implacável ao acusar Paulo Francis a certa altura de premeditar e consumar os seus crimes à distancia, a fim de dificultar e ficar impune das ameaças, plágios, contrafações e achincalhos com que enxovalhava as suas vitimas por fixar seu domicilio com uma vida confortável e luxuosa em Nova Iorque-EUA, vide páginas 03/493.

·       Apenas, a titulo de comparação, Fernando Jorge contou ao signatário em sua agradável residência, que o animador e apresentador de programa de TV, Silvio Santos, Senor Abravanel, descendente dos judeus árabes da Espanha (safaradita) e que pertencem à tribo de Levi, sacerdotes e guardiões do Templo de Salomão e do antigo Tabernaculo de David, quando foi entrevistado sobre a sua vida profissional e matrimonial pelo saudoso, loquaz e intelectual jornalista Flávio Cavalcanti (1923/1986), no seu programa de TV, sucesso de audiência, que ia ao ar em horário nobre, cujo um dos jurados era o culto escritor, jornalista, perspicaz e perscrutador de almas Fernando Jorge, o qual fez duras criticas e interpelações a respeito da moralidade sexual de Silvio Santos,  naquele programa de TV, transmitido em rede nacional pela extinta TV Tupi.  Silvio Santos com o seu sorriso contagiante (marketing pessoal) levava tudo na esportiva. Depois do programa, atrás dos bastidores, Fernando Jorge perguntou ao entrevistado Senor Abravanel, se realmente tinha se ofendido com as interpelações feitas publicamente no programa de TV do apresentador Flávio Cavalcanti? Silvio Santos com o seu peculiar sorriso que desarma qualquer espírito, respondeu: - Fernando Jorge, você não me conhece! Falem bem ou falem mal, mas falem de mim!   Não fiquei ofendido não, ao contrário!      

·       É só comparar a reação psicologicamente positiva de Silvio Santos, diante dos preconceitos e criticas das elites naquela época, onde ele levava tudo no bom humor ao do sofrido, amargurado e rancoroso Paulo Francis. Todo drama como se vê é psicológico, pois todas as pessoas reagem como são tratadas, isto é, gentileza gera gentileza, alegria gera alegria, riqueza gera riqueza da mesma forma, ao contrário-senso de que ofensas geram ofensas, pobrezas geram mais pobrezas, ou seja, um abismo atrai o outro pela natural lei da atração dos homólogos. Logo, as pessoas são o que pensam.  Cada um tem o que merece, quer com pensamentos, palavras e ações. Nesse sentido há um velho adágio, não culpe a Deus, não culpe os outros e não culpe o acaso. Culpe a si. Se quiser que os outros mudem, mude você primeiro!

·      Assim diz um sábio provérbio português: - Contra as provas não há argumentos!  Fernando Jorge conseguiu até então o seu objetivo contra o biografado Paulo Francis ao revelar toda verdade à humanidade nos capítulos epiqueremicos, a saber: 1- A vida do plagiário Paulo Francis. 2- Seus plágios intermináveis. 3- As intermináveis informações erradas de Paulo Francis. 4- Os seus gravíssimos erros de português. 5- A sua ignorância berrante no setor da história da pintura. 6- Seus erros monumentais no campo da literatura. 7- Seus impressionantes erros no campo da história. 8- As injúrias, difamações e calunias nojentas de Paulo Francis e sua vil personalidade em vários aspectos e muito mais, em VIDA E OBRA DO PLAGIÁRIO PAULO FRANCIS O MERGULHO DA IGNORÂNCIA NO POÇO DA ESTUPIDEZ.

·      Morte de Paulo Fancis. Segundo informações, ele teve um mal súbito, possivelmente ocorrido no interior do banheiro do seu apartamento em Nova Iorque-EUA, ora por causa deste livro, escrito três meses antes de sua morte, ora por causa do processo movido nos EUA pelo então Presidente da Petrobrás Joel Mendes Rennó,  que ocupou o cargo de presidente da Petrobrás durante o biênio de 1992 a 2003 do governo Itamar Franco e durante o primeiro mandato de 1995 a 1998 do governo Fernando Henrique Cardoso, a saber: No início de 1997, no programa de TV a cabo do qual participava,  “Manhattan Connection”, transmitido pelo canal GNT, Paulo Francis propôs a privatização da Petrobras e acusou os diretores da estatal de possuírem cinquenta milhões de dólares em contas na Suíça. Rennó sentindo-se ofendido, utiliza-se da Petrobrás (sociedade de economia mista, sob controle da União) para processá-lo na justiça americana, sob alegação de que o programa seria transmitido nos Estados Unidos para assinantes de canais brasileiros na TV a cabo. Caso condenado, Paulo Francis  pagaria indenização milionária (de 100 milhões de dólares) aos diretores da Petrobras, pois não tinham conta na Suíça com proventos ilícitos imputados a eles.  Fernando Jorge asseverou que Paulo Francis, ao saber do processo, ficou tão enfurecido e os bravejando que chegou a pedir até a intervenção do próprio Presidente Fernando Henrique Cardoso,   também uma de suas vitimas antes de se tornar Presidente da Republica do Brasil, objetivando persuadir os autores da ação  a desistir do malsinado processo, pois temia ser condenado e perder a sua fortuna obtida ao longo de sua vida.    No entanto, somente muitos anos depois, já em outras gestões da Petrobrás, comprovou-se a existência de acordos ilícitos das grandes empreiteiras com os diretores da Petrobrás no Governo Fernando Henrique Cardoso. Repita-se, após a gestão de Joel Mendes Rennó.
Foi a partir da gestão de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás de 2004 a 2012, suspeito de chefiar o esquema de desvio de dinheiro da Petrobrás. Fernando Henrique Cardoso publicou em seu livro Diários da Presidência, volume 1... (Cód: 9186765), Companhia das Letras.
Paulo Francis (1930/1997) morreu de um ataque cardíaco, diagnosticado em seus primeiros sintomas, como uma simples bursite. Era casado com a jornalista e escritora Sônia Nolasco, com quem viveu por mais de vinte anos. Fernando Jorge afirmou: -Kito Junqueira, amigo pessoal de Paulo Francis foi quem entregou o meu livro a ele em Nova Iorque. Fernando Jorge, confidenciou ao signatário também, que após a morte de Paulo Francis a sua mulher, a jornalista e escritora Sônia Nolasco, telefonou de Nova Iorque ao Sr. Luiz Fernando Emediato, proprietário da Geração Editorial, que fez a 1ª/3ª edição deste livro, aturdida, exclamou: - Você viu o que você fez? Você fez o Fernando Jorge  matar o meu marido!  O corpo de Paulo Francis foi embalsamado e trasladado de Nova Iorque para o Rio de Janeiro onde foi enterrado no jazigo familiar do Cemitério de São João Batista.

·      TEORIA MONISTA DO DIREITO Fernando Jorge adota a teoria monista do direito, e avisa: - Todo aquele que acede ou concorda com o criminoso, tornar-se também autor dos crimes por ele praticados.
Uma repórter do Jornal do Brasil, após a fatalidade, telefonou para Fernando Jorge e lhe perguntou: - O Senhor está com a consciência tranquila, dorme direito?- Aqui no Rio de Janeiro estão dizendo que o seu livro causou a morte de Paulo Francis quando o lia no interior do banheiro do seu apartamento nova-iorquino! Respondeu Fernando Jorge: - Sim, estou com a minha consciência tranquila, pois cumpri a minha missão! Tudo o que eu apresentei é verdade. Estou esperando alguém que me prove o contrario! E se o meu livro é assassino, quem irá processa-lo e que pena ele irá receber? E depois a indagou de maneira jocosa: - Se sou autor de um livro assassino, eu tenho que figurar no Guinness World Records, pois sou o pai do primeiro livro assassino do mundo!

·      O Caso Petrobrás. Quanto ao escândalo da Petrobrás, Fernando Jorge elogia as investigações feitas pela Polícia Federal na operação Lava Jato e entende que a pena não passa do infrator e quem não deve, não teme! E postula: - O caso de Joel Mendes Rennó, ex-presidente da Petrobras nos anos de 1992 a 2003, não há nenhum nexo causal, nenhuma prova apresentada nas noticias infamantes propaladas em 1997 pelo sagaz e astuto Paulo Francis contra Joel Mendes Rennó e sua gestão, caso contrário ele e sua diretoria não teriam ajuizado a ação por danos morais, mediante advogados norte-americanos contratados, patronos da ação na Justiça dos EUA. A Justiça dos EUA é extremamente democrática e investiga toda a exceção da verdade para não pairar duvidas, suspeitas e indícios contra os autores da ação até então. Lá é Juri Popular para tudo. Utiliza-se do sistema  “pleabargaining”, quer dizer, admiti-se a transação com a admissão da culpa do réu  para todos os casos com exceção aos crimes tentados e consumados contra a vida.

Para Fernando Jorge os crimes contra a Petrobrás só teriam sido deflagrados em outras gestões a partir de 2004, data do inícios dos fatos delituosos progressivos, onde figura como mentor e chefe do esquema de corrupção e peculato contra a Petrobrás o Senhor Paulo Roberto Costa, ex diretor de Abastecimento da Petrobrás e seus outros comparsas, gestão de 2004 a 2012. Todos esses réus são confessos e delatores com provas da sanha criminosa contra a administração pública constantes nos autos do inquérito policial e do processo judicial, sendo noticiado intensamente pela mídia e pela imprensa em geral. -E isso só é a ponta do “iceberg”, pois culturalmente o Brasil é marcado por drásticas crises sucessivas em sua História. E como tal não diminui o mau caráter e a personalidade vil deste mais um canalha da História, ídolo de barro, oportunista, plagiário, apedeuta, nazistas e criminoso qualificado Mister Paulo Francis Plagiarist..., assevera assim Fernando Jorge, que se sente um vingador e paladino da justiça que prestou relevantes serviços com esta obra, quer a  todas as vitimas, quer a verdade real e aos que querem ver o bem triunfar contra o mal.   


·       CONCLUSÃO: Trata-se de um arcabouço de provas apresentada com riqueza de detalhes ao publico em geral. Um valioso opúsculo imprescindível à Criminologia Cientifica nas matérias gnosiológicas e concernentes à vitimologia, livre-arbítrio... A obra não deixa de ser também um alerta à pedagogia e andragogia da educação de massa, não só na questão do uso incorreto do nosso léxico, mas sobretudo em rever esse modelo retrogrado e castrador de ensino, pois muitas informações e matérias são ministradas aos alunos, mas não a mais importante e essencial de todas: O estudo da mente, seu funcionamento e os fenômenos biopsicosociais.  Disciplina esta restrita apenas aos poucos que estudam a Criminologia Cientifica, Psicanálise e a Psicologia Forense.  



Marco Antonio Azkoul – Mestre e Doutor em Direito Constitucional - pré-candidato ao cargo de Vereador da Cidade de São Paulo/capital pelo PRB.   “Um homem de Deus com vontade de mudar!”

Eu pergunto: no fundo sou um assassino?

      Entrevistado pelo Antônio Abujamra no programa “Provocações”, do Canal 2, TV Cultura, ele perguntou a mim:
     -Fernando Jorge, qual é o seu maior sonho?
      Respondi, sem vacilar:
       -O meu maior sonho é ver os nossos políticos corruptos serem fuzilados numa praça pública.
      Almoçando comigo, Sinval de Itacarambi Leão, diretor da revista IMPRENSA, criticou a minha resposta:
      -Você é muito violento, um jornalista não deve pensar assim.
      Mas confesso, já pensei assim em dezenas de ocasiões. Eu indago: no fundo sou um assassino, um criminoso nato, como os descrevia o italiano Cesare Lombroso (1835-1909), autor do famoso livro L’uomo delinquente, publicado em 1876?
      Vou evocar quantas vezes senti a forte vontade de matar. Pelo menos sou franco, sincero. Detesto a hipocrisia, pois acho, como o filósofo inglês Francis Bacon (1561-1626), que “não há prazer comparável ao de pisar firme sobre o vantajoso terreno da verdade” (No pleasure is comparable to the standing upon the vantage ground of truth).
       No ano de 1992 alimentei o sonho de estrangular o presidente Fernando Collor de Mello e o ex-tesoureiro deste, o empresário Paulo César Farias, devido ao esquema montado para desviar dinheiro público e arrecadar propinas. Quem denunciou o esquema foi o Pedro Collor, irmão caçula do Fernando Collor.
       Em 1993, no ano seguinte, apoderou-se de minha alma satânica o monstruoso desejo de enforcar a Raquel Cândido, deputada federal de Rondônia; o João Alves de Almeida, deputado federal da Bahia; o José Carlos Alves dos Santos, diretor da Comissão de Orçamento da Câmara.     Por que quis enforcá-los? Devido ao esquema “Anões do Orçamento”. Eles desviavam dinheiro do Orçamento da União, por meio de emendas parlamentares, a fim de beneficiar laranjas e parentes...
       Entre os anos de 1993 e 1999 tive ganas de assar, como churrasco, o Paulo Maluf, ex-prefeito de São Paulo, e o Celso Pitta, seu ex-secretário de Finanças, pois o dinheiro obtido com o lançamento de títulos da Prefeitura da capital paulista, destinado a pagar os precatórios (dívidas judiciais), foi usado em obras superfaturadas. Houve enorme desvio de recursos. Graças à bandalheira, doleiros e empresas fantasmas depositaram milhões de reais no exterior. Dinheiro nosso, suado, de um povo iludido, traído.
       No ano de 2000 sofri a ânsia de pretender afogar num lago cheio de piranhas esfomeadas o juiz Nicolau dos Santos Neto e o senador Luiz Estevão de Oliveira. Por quê? Apenas porque desviaram cerca de 930 milhões de reais (valores atuais) durante a construção superfaturada da nova sede do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo. Dono de uma construtora, Luiz Estevão papou imensa quantia e o Nicolau se enriqueceu muito às custas do dinheiro roubado. Este juiz canalha comprou carros de luxo, imóveis caríssimos, apartamentos na Flórida. Eu gostaria de ver, no lago, centenas de piranhas comendo os dois. Piranhas vorazes, de dentes bem aguçados, devorando gorduchos tubarões! Que cena linda, encantadora, maravilhosa! Desconfio: além de assassino, sou sádico.
       Ano de 2003. Senti a avassaladora vontade de liquidar com venenos contra ratos, infalíveis raticidas, os réus da Operação Anaconda, da Policia Federal. Esta descobriu, por meio de escutas telefônicas, as provas de extorsão e venda de sentenças judiciais. Eis as vitimas, conforme o meu sonho ardente, das certeiras e mortíferas doses do raticida: o juiz João Carlos da Rocha Mattos, mentor do esquema; os juízes Casem Mazloun e Ali Mazloum; os delegados José Augusto Bellini e Jorge Luiz Bezerra da Silva, todos condenados em primeira instância.
       Ano de 2005. Escândalo do Mensalão, esquema montado com a ajuda de bancos e empresários, para financiar os partidos aliados do governo federal. Num outro sonho ardente, obriguei o envolvido Roberto Jefferson, do PTB-RJ, a matar o envolvido deputado Valdemar Costa Neto, do PR-SP.   Depois, ainda no mesmo sonho, forcei o envolvido empresário Marcos Valério Fernandes de Souza a assassinar o Roberto Jefferson. E por fim o Marcos é liquidado pelo José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil da Presidência da República. E quem mataria o Dirceu? O Lula...
      Ano de 2006. A Máfia dos Sanguessugas, fraude nas emendas do Orçamento. Culpados: Maria da Penha Lino, funcionária do Ministério da Saúde, e Darci e Luiz Antônio Vedoin, pai e filho, empresários que pagavam propina a deputados. Minha sentença: eu os entregaria à boca de uma comprida e gulosa jararaca verde-oliva.
      Ano de 2007. Operação Navalha, esquema descoberto pela Polícia Federal, de favorecimento ilegal da construtora Gautama em licitações de obras do PAC e de programas federais. Dois culpados: Zuleido Veras, dono da Gautama, e Ivo de Almeida Costa, assessor no Ministério de Minas e Energia. Sentença do assassino Fernando Jorge: morte de ambos com navalhadas nas suas gordas e luzidias bundas.
     Ano de 2010. Mensalão do DEM, esquema de pagamentos de propinas de empresários a integrantes do governo. O José Roberto Arruda, ex-governador do Distrito Federal, e o Leonardo Prudente, que presidiu a Câmara desse distrito, recebiam pacotes de dinheiro em seus gabinetes, como mostram de forma clara os vídeos. Sentença do degenerado Fernando Jorge: teriam de engolir, num chiqueiro fedido, mil notas de dez reais, cobertas de merda, até morrerem sufocados.
     Paro aqui. Deixei de lado a roubalheira da Petrobras, do Lava Jato, pois o meu estômago é sensível e não quero vomitar...